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Atos 3:19 - Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor, e envie ele a Jesus Cristo, que já dantes vos foi pregado. O qual convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio.

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Artigo - A SUPREMA EXCELÊNCIA DO AMOR, O VÍNCULO DA PERFEIÇÃO

A SUPREMA EXCELÊNCIA DO AMOR, O VÍNCULO DA PERFEIÇÃO

Por certo que a falta de entendimento e compreensão da vontade de Deus sempre foi o motivo de ruína da humanidade...

Publicado em 24/08/2015 - 5241 Visualizações - 1 comentário

Por certo que a falta de entendimento e compreensão da vontade de Deus sempre foi o motivo de ruína da humanidade (Isaías, 5.13; Provérbios 10.21), motivo pelo qual o Senhor Jesus, nestes últimos tempos, tem chamado sua Igreja para o exame e obediência à sua Palavra (João, 5.39; Oséias, 6.3; II Pedro, 3.18).

 O ser humano deixou de render a honra e a glória devidas ao Criador, destituindo-se da graça divina, tornando-se sobremaneira cheio de vaidade e insensatez em seu coração obscurecido, o que fez com que Deus o entregasse à sua própria concupiscência e imundície, e, consequentemente, à falta de amor, conforme nos revela Romanos, 1.21-32:

 “Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos  (...) Estando cheios de toda a iniquidade, prostituição, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade; Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães; Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia; Os quais, conhecendo a justiça de Deus, que são dignos de morte os que tais coisas praticam não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.”

 Percebemos de breve análise do texto bíblico supratranscrito a sua total aplicabilidade na sociedade atual, o que demonstra que a humanidade está cada vez mais distante de Deus e da obediência à sua Palavra, criando para si doutrinas (ensinamentos religiosos) segundo suas próprias concupiscências, ou a seu bel-prazer:

 “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;” (II Timóteo, 4.3).

“Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;” (I Timóteo, 4.1).

Esta é a terrível condição do gênero humano, destituído da graça de Deus.

Na contramão de direção deste mundo maligno e cheio de perversidade, a Igreja vem anunciando as boas novas de salvação, o Evangelho genuíno, fundamentado na doutrina de Jesus Cristo e dos Apóstolos.

Isto quer dizer que a Igreja destes últimos tempos da Restauração de tudo tem observado os mandamentos do Senhor Jesus Cristo e dos Apóstolos, que foram praticados pela Igreja primitiva e que haviam sido esquecidos durante muito tempo.

Sob esse prisma, interessante se faz darmos atenção ao que respondeu o Senhor Jesus Cristo sobre os mandamentos para se alcançar a vida eterna:

“E eis que se levantou um certo doutor da lei, tentando-o, e dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? E ele lhe disse: Que está escrito na lei? Como lês? E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. E disse-lhe: Respondeste bem; faze isso, e viverás.” (Lucas, 10.25-28)

“E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.” (Mateus, 22.37-40).

Vemos que o Senhor Jesus explicita que todos os mandamentos dados por Deus a Israel, através de Moisés e dos demais profetas, dependiam do amor incondicional a Deus e ao próximo como a si próprio (Deuteronômio, 6.4-5; Levítico, 19-18).

O amor é parte essencial da vida do crente. Jesus mencionou em primeiro lugar a necessidade de o cristão amar a Deus acima de todas as coisas. Colocou em nível bem próximo ao primeiro mandamento um segundo que recomenda amar o próximo como nos amamos a nós. Amar ao próximo é agir para com ele como agimos para conosco. Paulo diz que ninguém jamais aborreceu a própria carne. Se amamos o próximo como Jesus mandou, ele vai receber de nós um tratamento muito especial. Vida cristã sem amor ao próximo nem é vida nem é cristã.

Esse amor que Deus exige de sua Igreja nada mais é que a reciprocidade do amor que recebemos Dele, que deixou o esplendor de sua glória e veio ao mundo dar a sua vida em resgate da humanidade:

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João, 3.16).

“Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.” (II Coríntios, 5.19).

“Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Romanos, 5.8).

É lógico que o mesmo amor que Deus requeria da Israel material ele também tem requerido da Israel espiritual, sendo que o amor é o vínculo da perfeição da proclamação do Evangelho de Cristo, conforme o Apóstolo Paulo, escrevendo a Carta aos Colossenses, o definiu, determinando que a Igreja se revestisse de amor:

“E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.” (Colossenses, 3.14)

A esta altura, as perguntas que surgem e que devem ser respondidas particularmente por cada um de nós são as seguintes:

  1. 1 - Será que o Senhor Jesus nos permite escolhermos a quem amar?
  2. 2 - Poderá o meu labor na Obra do Senhor dar resultados sem o amor que Deus exige de mim?
  3. 3 - Tenho buscado me revestir plenamente desse amor incondicional a Deus e ao próximo como a mim mesmo?
  4. 4 - Será que não tenho falhado neste exercício de amor e de fé?

Para as duas primeiras questões, encontramos as respostas na Bíblia:

“Mas a vós, que isto ouvis, digo: Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam; Bendizei os que vos maldizem, e orai pelos que vos caluniam. (...) E se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? Também os pecadores amam aos que os amam. E se fizerdes bem aos que vos fazem bem, que recompensa tereis? Também os pecadores fazem o mesmo. E se emprestardes àqueles de quem esperais tornar a receber, que recompensa tereis? Também os pecadores emprestam aos pecadores, para tornarem a receber outro tanto. Amai, pois, a vossos inimigos, e fazei bem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus.” (Lucas, 6.27-35)

Percebemos a imperatividade dos verbos empregados pelo Senhor Jesus, assim como em todas as passagens da doutrina que a Igreja tem observado (como o uso do véu pelas irmãs para orar e profetizar, ou o ósculo santo, por exemplo).

Portanto, em resposta à primeira pergunta, não há como selecionarmos as pessoas a quem escolhemos amar, sendo mandamento do Senhor Jesus que amemos até mesmo aqueles que nos odeiam, sob pena de, se amarmos apenas aos que nos agrada amar, sermos comparados aos pecadores, ímpios, destituídos da Graça de Deus, os quais são mencionados no texto inicialmente mencionado de Romanos, 1.21-32.

Quanto à segunda pergunta, nos ensina o Apóstolo Pedro:

“Visto como o seu divino poder nos deu tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou pela sua glória e virtude;
Pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo. E vós também, pondo nisto mesmo toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude a ciência,
E à ciência a temperança, e à temperança a paciência, e à paciência a piedade,
E à piedade o amor fraternal, e ao amor fraternal a caridade. Porque, se em vós houver e abundarem estas coisas, não vos deixarão ociosos nem estéreis no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Pois aquele em quem não há estas coisas é cego, nada vendo ao longe, havendo-se esquecido da purificação dos seus antigos pecados.
” (II Pedro, 1.3-9).

O Apóstolo Pedro elenca de forma gradativa (sequencial), as qualidades que todo cristão deve ter para exercer sua fé. Notemos que o amor fraternal e a caridade são as derradeiras qualidades que devem sobrevir a todas as demais, sendo que se todas estas qualidades forem encontradas pelo Senhor Jesus em nós e abundarem não estaremos ociosos (parados), mas sim compromissados na Obra do Senhor.

Mais uma vez, a Palavra de Deus exorta àqueles em quem tais qualidades não são encontradas, classificando-o como cego e que se esqueceu da purificação dos seus pecados.

Ainda quanto a este assunto, o Apóstolo Paulo, divinamente inspirado, em sua Primeira Carta aos Coríntios, fez uma exposição extraordinária e sublime, exaltando o amor em meio à discussão dos dons espirituais.

Isto porque na Igreja de Corinto, naquele momento, havia muita presunção, e muita dissensão, o que poderia ser superado se houvesse no coração daqueles irmãos um lugar para o amor cristão. As qualidades que porventura tinham, provadas perante Deus, seriam de pouco valor, porque lhes faltava o amor:

“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria...” (I Coríntios, 13.1-3).

No capítulo 13 encontramos o amor que Cristo viveu, a realidade do amor ágape, que significa o amor sacrificial. O amor divino e cristão. Sua necessidade. Suas características. Sua durabilidade. Ágape era uma palavra nova que quase não aparece no mundo secular para um conceito novo, ela aparece 116 vezes no Novo Testamento.

Deve ser soberano: i) no coração porque um êxtase, embora angélico, é inútil sem o amor; ii) na inteligência pois a sua ausência torna sem valor os dons ; iii) na vontade porque sem o amor nada vale o sacrifício supremo de dar a vida.

A mais magnífica manifestação dos dons e o mais heróico autossacrifício nada significam. As coisas certas devem ser feitas da maneira correta. Embora alguns encarem a referência à línguas dos anjos como uma hipérbole poética, ela denota a língua desses seres sobrenaturais. Deus não aceita nem generosidade nem sofrimento que não são motivados pelo amor. Martírio egoísta não vale nada.

“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (I Coríntios, 13.4-7).

O amor é sofredor, tendo paciência com pessoas imperfeita. O amor é benigno ativo em fazer o bem. O amor não é invejoso visto que não é possessivo e não competitivo, na verdade, ele quer que as outras pessoas continuem. O amor não trata com leviandade, tem qualidade de autodiscreção, não é ostentosa. O amor não se ensoberbece, tratando os outros com arrogância, não é indecente, mas demonstra boas maneiras e cortesia. O amor não busca os seus interesses, insistindo em seus próprios direitos e exigindo precedência, pelo contrário, é altruísta. O amor não se irrita, não irascível ou melindroso, rude ou hostil, mas é amável quando está sob pressão. O amor não suspeita mal, não mantém uma soma de maldades cometidas contra ele, ao invés disso, apaga ressentimentos. O amor não folga com a injustiça, encontrando satisfação nos defeitos dos outros e disseminando um relatório ruim, pelo contrário, ele folga com a verdade, proclamando agressivamente o bem. O amor tudo sofre, defendendo e suportando as outras pessoas. O amor tudo crê o melhor sobre os outros, creditando-lhes boas intenções e não desconfia. O amor tudo espera, nunca abandonando as pessoas, mas afirmando seu futuro. O amor tudo suporta, perseverando e mantendo-se leal até o fim.

Suas virtudes são primeiras resumidas e depois analisadas. Dividem-se em virtudes negativas e passivas e virtudes positivas e ativas. Quando pensamos em “O amor é longânimo” temos oito coisas que o amor não é: não é invejoso; não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça. Depois quando pensamos em “O amor é benigno são quatro coisas que o amor faz”: tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

Paciente – passivo – e benigno – ativo. São dois aspectos da mesma qualidade. Sem insistir nos seus direitos, preocupa-se em ajudar os outros. A reação perante as ofensas mostra a presença do ágape que resolve criativamente os conflitos. O amor não se mostra indiferente para com as considerações morais. O amor não é incrédulo mas sempre confia na pessoa.

“O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.” (I Coríntios, 13.8-13).

A grande verdade é que o amor nunca falha, embora falhe tudo mais...

Todos os dons sem o amor nada são, mas o amor, ainda que não haja dons, é tudo. O parcial e imperfeito não pode ser permanente, assim a permanência do amor prova a sua perfeição.

No sentido espiritual, quem ama, vive. É um exercício interessante trocar a palavra “amor” por “eu”, e ler, se pudermos: “eu sou sofredor, sou benigno, não sou invejoso” e assim por diante.

Sendo assim, chegamos às seguintes conclusões, com relação a I Coríntios, 13.1-13:

  1. 1º O amor é essencial no serviço cristão (1-3);
  2. 2º O amor tem qualidades distintivas (4-7); e
  3. 3º O amor não é findado com a vida atual (8-13).

As quatro coisas que Paulo reprova como não tendo valor nenhum sem o amor, são todas coisas que engrandecem a pessoa, alimentando o amor próprio, mas não podem substituir o amor ao próximo.

No capítulo 13, Paulo argumenta sobre línguas, e descreve “o caminho mais excelente” que ele julgava superior aos mais notáveis dons.

Seria bom se todos os irmãos que ambicionam os dons espirituais, concordassem com o caminho mais excelente.

As qualidades positivas do amor: longanimidade, benignidade, amor à verdade, tolerância, confiança, esperança, paciência. As qualidades negativas são: não é invejoso, não é leviano, orgulhoso, indecente, egoísta, melindroso, desconfiado.

Pensemos que cada qualidade destas era reveladas em Cristo durante a Sua vida terrestre, e se o nosso amor a Deus e ao próximo se manifesta por meio delas.

Desta feita, quanto à segunda pergunta, não há como prosperarmos na Obra do Senhor se não exercitarmos o amor de Cristo em nós, sendo recíprocos ao amor que Ele nos deu e amando o próximo de forma equitativa a nós mesmos.

O amor cresce em nosso coração na medida em que o amor de Deus for derramado em nós. Não temos amor de nós mesmos. O sentimento de amor que experimentamos é nos inspirado pelo nosso Deus. Porque ele é amor, a fonte de amor, a origem do amor. Para amar de verdade é preciso corresponder ao amor de Deus, deixar que a prova máxima de seu amor, segundo João, 3.16, entre e domine o nosso coração, transformando-o pelo poder de seu sangue.

O amor não é um sentimento espontâneo como pensam muitos: “Só posso amar se meu coração pedir”. Se eu não pudesse desenvolver o amor em meu coração, Jesus não teria mandado amar. Na verdade, o amor é como uma plantinha delicada que introduzimos no solo dos nossos corações. Se cuidarmos dela regando-a, limpando à sua volta, ela crescerá e florescerá. Se a abandonarmos ela morrerá.

Forçoso concluirmos que o amor não se trata apenas de um sentimento, como nos quer fazer entender satanás, e sim de um exercício de fé que precisa ser colocado em prática por aqueles que querem servir ao Senhor e agradá-lo, e que desejam morar na Glória Celestial por toda a eternidade.

Isto é o que João nos ensina, em sua Primeira Epístola Universal à Igreja:

“Aquele que diz que está na luz, e odeia a seu irmão, até agora está em trevas. Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo. Mas aquele que odeia a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos.” (I João, 2.9-11).

“E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele.” (I João, 4.16).

Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor”. (I João, 4.8).

Agora, com relação às duas últimas perguntas acima formuladas, somente nós mesmos é quem poderemos responder... reflitamos e sejamos sinceros conosco.

Diácono Marcos Janerilo

Ibitinga - SP

"... e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo." (1 João, 2.1)

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